Adesão terapêutica (à toma de medicamentos)

Quadro retirado de: http://www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016/files/2010/08/apifarma.pdf

Se a adesão é tão baixa em relação a medicamentos imaginemos a outras medidas que requerem maior participação activa dos utentes como atitudes não farmacológicas de prevenção secundária…

Isto implicaria uma real análise à adesão terapêutica e não à farmacoterapêutica ( daí o parêntesis no título). Não é somente uma questão de semântica mas de todo um conceito de intervenção… Mas tendo em conta a entidade promotora, a APIFARMA, não seria de esperar o estudo de algo que não sejam os medicamentos nem sequer dar a conhecer o sentido real de terapêutica (que não inclui somente fármacos) pois uma (não farmacológica) reduz a outra (farmacológica)

De notar de que medidas em que promovam a participação mais activa dos utentes são necessários senão basta atentar na percentagem que não toma por esquecimento ou preguiça… Mais de 50%!
Ou então reparar na curiosidade dos 6,6% que não tomam porque não gostam de tomar medicamentos… Neste caso pergunto… para que foram a um serviço de saúde se não pretendiam cumprir o plano de cuidados?

O estudo é da autoria de:Manuel Villaverde Cabral e Pedro Alcântara da Silva (2010)

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