Esquizofrenia na saúde de Portugal?

Como relacionar estes dados?

1ª Número de formandos em Enfermagem:

Com estes…
Estudo “Situação Profissional dos Jovens Enfermeiros – 2011” com 20% de desemprego entre os novos enfermeiros



Mas para a psicose colectiva ser ainda maior e para desfazer alguns mitos…
Como relacionar isto…

Distribuição de médicos por especialidade/formação
Com isto: 
COMENTÁRIOS: 
1º Estamos a formar demasiados enfermeiros para os que o país pode absorver como se pode facilmente depreender dos baixos níveis de empregabilidade assim como face ao número de enfermeiros existentes… o que pode comprometer a formação adequada destes e portanto a segurança e qualidade dos cuidados de saúde em Portugal.

2º Existe um número adequado de médicos em Portugal e até há mais médicos de família (equivalentes a “general practitioners”) do que a média europeia. A quem interessa que se propale que existe falta de médicos? Não sei… tirem as vossas conclusões.

3º O que se conclui é que de facto as competências é que estão mal distribuídas assim como a forma como a saúde é gerida, baseada no profissional/sistema e não na pessoa…

Como se pode ver pela evolução da despesa do SNS… estamos no bom caminho… (sarcasmo)…

Do mesmo relatório podem extrair-se alguns factos e conclusões interessantes: 

“A study of nine European countries found that the cost of delivery is lower in those countries and hospitals that employ more midwives and nurses than obstetricians (Bellanger and Or, 2008).”

“There is little evidence that systems that rely more on midwives are less effective. A review of a number of studies finds that midwife-led models of care resulted in fewer complications (Hatem  et al., 2008). Another review found that midwives are equally effective in providing pre-natal care and advice in the case of normal pregnancies (Di Mario et al., 2005), although support from obstetricians is required for complications.”

“In Sweden, the low number of doctor consultations may be explained partly by the fact that nurses play an important role in primary care (Bourgueil  et al., 2006). 
Similarly, in Finland, nurses and other health professionals play an important role in providing primary care to patients in health centres, lessening the need for consultations with doctors (Delamaire and Lafortune, 2010).”

In response to shortages of  doctors and to ensure proper access to care, some countries have developed more advanced roles for nurses. Evaluations of nurse practitioners from the United States, Canada and the United Kingdom show that advanced practice nurses can improve access to services and reduce waiting times, while delivering the same quality of care as doctors for a range of patients, including those with minor illnesses and those requiring routine follow-up. Most evaluations find a high patient satis-faction rate, while the impact on cost is either cost-reducing or cost-neutral. The implementation of new advanced nursing roles may require changes to legislation and regu-lation to remove any barrier to extensions in their scope of practice (Delamaire and Lafortune, 2010).


NOTA: Todos os gráficos e extractos foram retirados do “Saúde em relance 2011” da OCDE e que podem consultar aqui: LINK para o Health at a glance 2011


Deixo à vossa consideração



Anúncios

Sem censura... mas sem ilegalidade e acima de tudo com o sentido de responsabilidade. Opiniões contrárias não são só aceitáveis... são desejáveis... mas for favor identifique-se, nem que seja com pseudónimo

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s