Coisas erradas…

Enquanto continuarmos à procura da resposta a muitos problemas relacionados com, por exemplo, a infecção associada a cuidados de saúde, com base nas premissas erradas ou parcialmente erradas( por exemplo a não motivação, falta de formação dos profissionais sobre medidas de controlo de infecção como lavagem das mãos ou uso indiscriminado de antibióticos) escapam-nos outras como falta de pessoal para implementá-las ou o espaço reduzido , por exemplo nos serviços de urgência, e que facilita infecções cruzadas…

Se Nightingale já sabia disto há mais de 150 anos, como é que agora no século XXI, ainda não se respeitam certas condições de salubridade? Já descobrimos a pólvora, porquê insistir que não vemos o óbvio?

Podemos nomear 20 grupos de trabalho, 5 ministérios, 10000 gestores da qualidade… sem matéria prima não vamos lá!

Dizem os insuspeitos Robert Kaplan e Michael Porter , a respeito da avaliação da qualidade na saúde, que andamos a medir as coisas erradas. É preciso centrar os cuidados na pessoa e não no sistema…

Esperem… mas não é que andam outros a dizer há muito tempo ? (Orem, Meleis, Henderson, Watson, Peplau, etc etc etc)?

O visão do futuro da abordagem à qualidade dos cuidados de saúde é baseada na forma como a Enfermagem é conceptualizada. É a minha conclusão.

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