Big brother?

Deveríamos…
A) Estar contra a preocupação em avaliar este risco de acidentes?

Porque o Estado não se deve preocupar com riscos potenciais?
B) Estar preocupados com o facto de poder ser coerciva?

Porque esta actuação viola a privacidade das famílias e poder ser uma medida ao arrepio das liberdades individuais

C) Estar preocupados com poder ser ineficiente?

Porque é impossível monitorizar adequadamente este risco e não haver capacidade instalada para o fazer ( número e qualidade de profissionais) assim como um inadequado programa de actuação e sendo a adesão ao programa voluntária (conforme declaração posterior da DGS no Correio da Manhã) poder ser uma acção de efeito residual..

D) Estar preocupados com poder ser um desperdício de recursos?

Porque pode desviar os profissionais de outras actividades mais prioritárias

E) Estar preocupados com a prioridade dada a este problema face aos demais?

Porque outras medidas podem ser não aplicadas face aos recursos desviados para esta, nomeadamente não disponibilizar profissionais para cuidados a idosos dependentes de outros e incapacitados de cuidar de si mesmos… vide quantidade de idosos a morar sozinhos, que morrem anos antes dos seus cadáveres serem descobertos


F) Estar preocupados com a intrusão do Estado neste tipo de problema?

Porque o Estado não deve ser um Big Brother e deve ser deixado aos pais a responsabilidade de garantir que não há riscos para os seus filhos ou que havendo a consequência será sempre para estes (pais e filhos)


G) Considerar a segurança infantil um não problema?

Porque podemos considerar que a incidência deste problema é baixa e portanto não justifica uma actuação prioritária e numa época de racionalização do uso de recursos este não é um problema

H) Discordar da necessidade de promover qualquer género de educação para a saúde?

Porque podemos considerar que o indivíduo , a família é que são os únicos responsáveis pela sua própria educação e só e apenas quando estes a procuram é que é uma justificação válida, não devendo qualquer actuação iniciada por terceiros, neste caso o Estado, ser desenvolvida.

I) Estar preocupados com outro problema?

Porque há tantos outros problemas a resolver no sector da Saúde e este não é claramente um problema… Mas quem define as prioridades e como é que isto é compreensível face a outras situações no SNS… Doentes sem cuidados de enfermagem, aborto comparticipado, procriação assistida não comparticipada, corte nas horas de qualidade, aumento de taxas moderadoras, etc etc etc…

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