Coisas que os portugueses também não merecem

Macedo trava taxa no aborto

Porquê?
É imoral que a carga fiscal aumente para níveis incomportáveis, que aumentem as taxas moderadoras para quem está realmente doente, mas que o aborto continue a ser gratuito.
Não estamos aqui a falar do resultado de referendo nenhum (argumento que o Ministro já chegou a usar para não aplicar a taxa). O referendo sobre a matéria perguntava simplesmente “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?” Ninguém perguntou aos portugueses se queriam aborto nos hospitais públicos, nem se queriam ver os abortos comparticipados e muito menos se os queriam gratuitos. DESPENALIZAÇÃO! Perceberam, DESPENALIZAÇÃO? Será assim tão difícil ler a pergunta?
O Ministro da Saúde era dos que mais admirava neste Governo, mas esta teimosia tem de ter limites.

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