Regulação das profissões

Faz sentido que uma determinada profissão seja a única a desempenhar certas actividades?

E de onde lhe advém tal “direito”?

Do ponto de vista do que usufrui dos serviços, como pode este ter a garantia de que está a receber um bom serviço?
Por outro lado, como garantir uma profissão determinada está à altura do que é o campo da sua actividade e caso não esteja, o foco deve ser a adopção de medidas para que esta seja capaz de corresponder às expectativas dos seus “clientes? Ou deve ser dada a liberdade a novos actores ou novas profissões de o fazerem?
O foco deve ser no serviço ou em quem o providencia?
Isto pode ser dito a respeito de qualquer monopólio de actividade, em que o mundo actual é pródigo… a questão é se isto é benéfico ou não.

Existem vários cenários:

1) um novo actor tenta providenciar um serviço que tradicionalmente não é da sua área de competência
2) Um actor mais velho não está a responder às necessidades dos clientes
3) Um actor mais velho está impossibilitado pela regulação existente de prestar um serviço novo mas um actor novo não.
4) Um novo actor presta um serviço enganoso e não existe quadro regulatório para o mesmo
No fim de contas somos todos clientes e prestadores…
Mas, a haver falta de regulação esta deveria ser coerente e não ser sectorial, sob pena de criarmos uma injustiça bem maior do que aquela que pretendemos efectivamente combater.
Se por um lado a aposta for na maior regulação… como garantir que o cliente recebe os serviços de que necessita?

E por fim, caso a opção seja no cliente… que futuro para as profissões e para a formação pré-graduada por exemplo? Deixam de existir profissões e passam apenas a existirem competências acrescidas em várias áreas?

Como conjugar concorrência para melhor serviços aos clientes, sem destruir os que prestam o serviço?

Como garantir a concorrência leal e capacidade de regular serviços que pela sua capacidade de irreversibilidade ( os cuidados de saúde por exemplo) podem não ser enquadráveis numa liberdade de escolha semelhante a outras actividades ( por exemplo a compra dum telemóvel)?

Isto a propósito de situações como ESTA ou ESTA  e de monopólios como os promovidos pela existência de Ordens Profissionais e um poder político corrupto que beneficia quem lhe apetece?

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